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paulo_herkenhoff_20nov_foto_patricia_stavis_1229030558_002O ano de 1989 foi um período de grandes mudanças políticas e econômicas no Brasil e no mundo. No campo das artes, faleciam o pintor espanhol Salvador Dalí, o sergipano Bispo do Rosário, o cartunista americano Dik Browne, entre muitos outros.
Na Região Norte, o Arte Pará, idealizado pelo jornalista e empresário Rômulo Maiorana, estava em sua 8° Edição, o segundo ano em que o curador Paulo Herkenhoff assinava como Diretor de Artes Plásticas da Fundação.
Naquele ano, a comissão julgadora foi composta por Ivo Mesquita, Aurélio Augusto Meira, Maria Lygia Canongia, Paulo Roberto Leal e Luiz Braga. Os premiados foram Jair Jr e Aníbal Pacha, porque, segundo Lygia Canongia “foram, de fato, os que melhor responderam a esse encontro entre o popular e o sofisticado, o espontâneo e o articulado, o regional e o universal.”
Nas palavras de Herkenhoff, ditas há quase 30 anos: “o Arte Pará vem sabendo consagrar os mais experimentados e ousar… São esses os que estabelecerão a contribuição paraense para a formação da arte brasileira contemporânea”.
Texto: Fabrícia Sember
Foto: Reprodução